O Árabe

Idéias, sentimentos, emoções. Oásis que nos ajudam a atravessar os trechos desérticos da vida...

sexta-feira, 21 de julho de 2017

O ORGULHO DE ESTAR CERTO


Por que tanto fazeis questão de “estar certos”? 
Acreditais, acaso, que alguém possa estar certo todo o tempo? E, se sabeis que é impossível que assim seja, por que simplesmente não admitis a possibilidade de que, vez por outra, estejais enganados?
É-me difícil entender porque tanto vos aferrais às vossas opiniões! Tanto defendeis o que pensais, que quando vos faltam argumentos optais por levantar a voz, como se assim vos fizésseis ouvir.
Sabei, entretanto, que quando o fazeis o efeito que obtendes não é aquele que desejaríeis. Porque os que se calam perante vossos gritos não o fazem por estarem convencidos, mas por enfado ou sensatez.
Pois não é sensato o homem que procura fazer ouvir a sua voz enquanto o estrondo da tempestade supera todos os sons. E sim o que se cala, sabendo que após a borrasca tudo volta ao normal.
Este é o destino daquele que tenta impor a sua opinião: a sua voz será como o vento, que balança as folhas apenas enquanto se faz ouvir; e nenhuma mudança deixa, quando cessa o seu inútil bramido.
Porque de nada adianta o buraco aberto pela enxada, se nele não estiver a semente que faz nascer a planta; de nada valeria o voo do beija-flor, se das suas asas não caísse o pólen que multiplica a vida.
Guardai-vos de tentar impor as vossas opiniões. Buscai, antes, que os vossos argumentos sejam capazes de sustentá-las; e estai abertos às ideias contrárias, para que melhor as possais avaliar.  
Pois o homem que se julga dono da verdade é como a pedra, que se deixa ficar inerte, em meio ao caminho, dificultando a passagem daqueles que trazem as sementes benditas de novas ideias.      
É assim que é. A verdade não necessita gritar, para fazer-se ouvir; como a água não necessita tornar-se onda, para escavar a pedra, nem o amor necessita ser violento, para tomar o vosso coração.
Aprendei, portanto, a não cultuar a perfeição, mas o aprendizado. E não priorizeis satisfazer o vosso orgulho, mas encontrar a verdade. Porque é ela que vos servirá de guia, por todo o caminho.
Não vos recuseis a reconhecer os vossos erros; nem vos sintais diminuídos, a cada vez que assim fizerdes. Reconhecer um erro não é uma humilhação, mas o primeiro passo para fazer o certo.
Abandonai o insensato desejo de estardes sempre “certos”. Mais importante do que o vosso orgulho é a vossa paz; e não a alcançareis enquanto estiverdes inquietos, lutando por vossas opiniões.

Mais importante do que falar mais alto, é não dizer palavras que alimentem a discórdia; ou provoquem ressentimentos que possam estremecer o afeto. Mais importante do que "estar certo" é ser feliz.  
E feliz não é o homem perante quem todos calam, ou se curvam; nem o que tem a ilusão de possuir todas as respostas; nem o que acredita poder impor sempre a sua vontade, o que pensa e o que julga.  
Feliz é aquele que está em paz com o seu verdadeiro Eu. 


Música:
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sexta-feira, 14 de julho de 2017

A NECESSIDADE E O DESAPEGO


Praticai o desapego.
Porque nada do que existe neste mundo vos pertence, senão enquanto aqui caminhais. A nada podereis levar quando embarcardes na Grande Viagem, para um novo retorno à Mansão do Amanhã.
Tende presente esta certeza: de nada vos adianta o apego em demasia às coisas do mundo, que um dia fatalmente perecerão, enquanto o vosso verdadeiro Eu viverá pela Eternidade.       
E, se assim é com os vossos bens e posses, não é diferente em relação às pessoas que vos cercam. Porque cada um tem o seu próprio caminho e ninguém vos poderá acompanhar nessa viagem.
Nada trazeis ao chegar e nada levareis quando vos fordes. É apenas aos vossos olhos que a luz chega, quando pela primeira vez os abris; e apenas deles se irá, quando pela derradeira vez os cerrardes.
Porque, eu vos tenho dito, sois como as gotas de água, que têm a mesma essência e unidas formam o oceano; separadas, cada uma existe sozinha e mantém a sua individualidade.
Guardai convosco esta verdade: a solidão, que tanto vos amedronta, está no vosso começo e estará no vosso final. E, entretanto, estais todos unidos pela centelha divina que brilha em vossas almas. 
Praticai o desapego. Não é sensato o homem que, para ser feliz, necessita possuir o que não lhe pertence; e nada podeis chamar de vosso, senão aquilo que carregais em vosso verdadeiro Eu.
Sábio é aquele que todos os dias, em suas orações, agradece com humildade e alegria por tudo de que hoje dispõe; e, em seu coração, sabe que a posse é transitória e amanhã tudo pode mudar.
Sábio é aquele que vive intensamente os seus amores e as suas amizades, deles desfrutando em cada segundo, sem escravizar-se aos seus caprichos, nem se julgar dono de quem quer que seja.     
Sábio é aquele que reconhece na Vida a dádiva maior. Porque este encontrará no fato de estar vivo o maior motivo para ser feliz; e saberá que nada lhe falta, que não possa encontrar em si mesmo.   
Praticai o desapego. Sabei, porém, que desapegar-vos não é desprezar as vossas posses, nem as pessoas que vos cercam; ao contrário, é ser grato pelo tempo que permanecem em vosso caminho.
Desapegar-vos é entender que nada neste mundo vos pertence. E de nada necessitais, para serdes felizes, que a Previdência Divina já não coloque com amor ao alcance de vossas mãos.
Desapegar-vos é desligar-vos da matéria, para encontrar o vosso verdadeiro Eu; porque é através dele, que vos fala o Coração do Universo. E tudo de que precisais é escutar e seguir a Sua voz.
Que guia a vossa caminhada rumo ao Jardim do Amanhã. . 


Música:
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sexta-feira, 7 de julho de 2017

OS VOSSOS RELACIONAMENTOS


Ninguém existe, que possa viver só.
Desde o começo, é através de alguém que chegais a este mundo. Porque necessitais de um colo que vos acolha, de braços que vos protejam, de um coração que vos ame e acompanhe.
E assim acontece, durante o tempo que dura a jornada. Embora cada homem seja um mundo próprio, com suas paisagens e características, necessitais gravitar uns ao redor dos outros.
Como, aliás, aos planetas ocorre. Porque é a presença de cada um que mantém os demais em suas respectivas órbitas; e convosco não é diferente: a companhia dos outros vos impõe limites.
Precisais, sim, de companhias que vos cerquem; de mãos que amparem os vossos passos, de ouvidos que vos escutem, de bocas que vos falem. Precisais de pessoas que vos queiram bem.
Preservai, portanto, os vossos relacionamentos. Cuidai para oferecer aos que vos cercam aquilo que deles desejais receber; porque nenhum homem oferecerá flores, àquele que lhe trouxer espinhos.
Guardai-vos de despejar a vossa mágoa sobre quem vos acolhe; guardai-a para aqueles que vos houverem ofendido. Lembrai-vos de que deveis procurar soluções, não maximizar problemas.
Claro está que difícil se torna sorrir, quando a tristeza e a inquietação vos apertam o coração; todavia, é nessas horas que mais deveis achegar-vos a quem vos ama, em busca de forças.
Evitai agredir a quem vos abraça; é no conforto de um abraço carinhoso, que muitas vezes nos sentimos apoiados e prontos a seguir em frente, certos de que não estamos sós em nossa jornada.   
Todo fardo repartido, é mais fácil de ser carregado. Entretanto, não é multiplicar o vosso aborrecimento que necessitais, mas dividí-lo; é na compreensão, que está a arte de repartir os fardos.
Aprendei esta verdade, e mais fáceis se tornarão os vossos relacionamentos; espalhar mágoas e rancores ao vosso redor, é como forrar de pedras a estrada por onde caminhareis com os pés nus.
Insensato é o homem que lança sobre aqueles que o amam a carga injusta da sua revolta pelos imprevistos da vida; sábio é o que com eles divide as suas inquietações e busca os seus braços.
Pois o primeiro nada receberá, senão o retorno das farpas que arremessou; enquanto ao segundo caberão o conforto das palavras de carinho e a certeza da companhia na busca do melhor caminho.
Preservai os vossos relacionamentos. E não espereis que alguém vos acaricie, se o agredis, por mais que vos possa querer. Pois o homem não conhece senão as suas próprias necessidades.
E é por isto que necessitais dos vossos relacionamentos. 


sexta-feira, 30 de junho de 2017

AS VOSSAS CORRENTES


Cuidai-vos. 
Ou forjareis os vossos grilhões e as vossas correntes. Se não atentardes ao que sois, a cada dia mais aumentareis as cadeias que vos prendem os pés; mais vos afastareis das asas com que nascestes.
Porque, à medida que cresceis, o mundo vos pressiona a renunciar ao vosso verdadeiro Eu. A abandonar os vossos sonhos e as vossas crenças, a renunciar aos vossos ideais.
Seria este, porém, o vosso verdadeiro crescimento? Como alguém pode crescer, afastando-se do que realmente é? A semente da tâmara não está presente, em cada novo fruto da tamareira?
Sois o que sois; e de nada vos adianta jurar mudanças que não processais em vosso íntimo. Reprimir o verdadeiro Eu é construir a represa que um dia as águas da verdade levarão.
Porque cada um de vós é como uma ave, que necessita voar no azul do céu. E jamais voareis, se vos subordinardes à segurança quente do ninho e ao alimento dado em vosso bico.
Sim; é muito mais fácil aceitar o que vos é dito, e seguir em meio à caravana. Mas a história não guarda os nomes dos que carregavam os grilhões; e sim daqueles que os romperam.
Em cada novo dia, podeis escolher os caminhos que trilhareis. E, se não seguis os vossos próprios caminhos, mas aqueles que vos apontam, não podeis reclamar senão de vós mesmos.
Porque não deveis jurar amor apenas para receber carinho; e nem deveis trabalhar apenas pelo dinheiro que recebeis. Sede fiéis ao que sentis e a vossa recompensa será a liberdade.
Buscai construir, em cada dia, aquilo em que acreditais. Mais feliz é o lavrador que acorda na madrugada e trabalha sonhando ver o trigal dourado, do que aquele que compra e vende o trigo.
O homem não deve prostituir os seus sonhos. Aquele que os troca pela comodidade de cada dia, sacrifica o seu verdadeiro Eu; a cada dia, será mais difícil encontrá-lo novamente. 
Não deixeis de ser o que sois. O homem que usa máscaras, para ser aceito pelo mundo, um dia as necessitará despir. Acaso acreditais que alguém possa mentir para si mesmo, todo o tempo?
Porque é disto que se trata. Um homem pode enganar todos os outros, mas não a si próprio; e, por mais que o mundo o aplauda, em seu íntimo ele sentirá vergonha e ocultará a face.
E de que adianta vestir sedas e brocados, se é preciso despir-se para dormir? De nada servem os aplausos do mundo, para aquele cujo verdadeiro Eu se esconde nas sombras e chora.

Envergonhado de si mesmo. 
Música:
http://ohassan.dominiotemporario.com/marco/1_eduardo_lages_smile.mid

sexta-feira, 23 de junho de 2017

SOMOS PEQUENINOS


Acaso não vedes como somos pequeninos?
Como folhas ao vento, flutuamos ao sabor do destino. De nada adiantam os nossos planos, nem as nossas vontades; que caem por terra, como um castelo de cartas, ao sopro imprevisível da Vida.
De que serve o nosso orgulho? Para que construímos cidades imensas, se um simples tremor de terra, ou uma onda gigantesca, são capazes de transformá-las em escombros, em poucos segundos?
De que valem preocupações de hoje e projetos para o amanhã, de que adianta a luta pelo sucesso, se a qualquer momento podemos ser convocados à Grande Viagem e tudo deixaremos para trás?
Perante a vastidão do Universo, somos como formigas que caminham sobre as escarpadas vertentes de enorme montanha, sem saber quando uma lufada de vento as arrojará ao profundo abismo.
Não é possível que alguém não se sinta pequenino, ao contemplar os milhões de estrelas que brilham no céu noturno; ou os relâmpagos que cruzam o espaço, enquanto ruge a tempestade sobre o mundo.
Porque somos apenas seres humanos; nada deixaremos sobre a Terra, senão as lembranças do que fomos, enquanto aqui caminhamos, e as consequências de nossas palavras e ações.
E, entretanto, é este pequenino detalhe que faz a diferença: continuamos vivos, no que espalhamos ao nosso redor. E, se não sabemos o momento em que iremos, podemos controlar o que plantamos.
Devemos ter presente esta verdade. Porque o que faz a caminhada valer a pena não são os prazeres que experimentamos; mas o que aprendemos e ensinamos, ao longo do caminho que percorremos.
Por isto, não é sábio o viajante que se fixa apenas no destino final e deixa de desfrutar dos encantos da jornada; nem aquele que se concentra no interesse do momento e esquece que o final chegará.
Sensato não é o homem que vive como se cada momento fosse o último, mas como se o pudesse ser. Porque este não visa apenas o amanhã, mas tampouco valoriza unicamente o momento presente.
Sensato não é o homem que vive para aprender, mas aquele que aprende à medida que vive; nem o que se julga repleto de sabedoria, mas o que está sempre pronto a adquirir um novo conhecimento.
Nada somos; e, todavia, o Infinito existe em nós. Não sabemos até quando andaremos sobre a Terra; porém, o nosso verdadeiro Eu caminhará pela Eternidade e percorrerá o Jardim do Amanhã.
Porque habita no Coração do Universo.


Música:

sexta-feira, 16 de junho de 2017

O CUSTO E O BENEFÍCIO


Fazeis as vossas escolhas.
E, se assim é, deveis pagar o preço por cada uma delas; porque vos caberá usufruir dos benefícios que cada uma vos trouxer. Àquele que comerá o pão, cabe plantar e colher o trigo.
Antes de cada decisão, pesai bem o custo e o benefício. Para que no futuro não vos visite o arrependimento, quando o custo vos parecer demasiado alto para o benefício de que desfrutastes.
Em verdade, é nisto que se resume a ciência da Vida. Porque nenhum benefício existe, que não corresponda a um custo; e nenhum homem poderá recusar-se a fazer a colheita do que plantou.
O homem que em seu coração acolhe o amor, colherá as suas alegrias; não se furtará, todavia, às suas dores e incertezas. E ao que escolhe a solidão, caberá viver a sua paz e a sua tristeza.
Atentai, portanto, para o custo e o benefício. Pois sois os artífices dos vossos sorrisos e das vossas lágrimas; de nada valerão o choro e o ranger de dentes, quando a Vida vos trouxer a conta.
Acostumai-vos a esta realidade. Porque hoje caminhais no mundo da matéria, onde tudo tem um preço e até o que chamais de amor cobra retribuições a cada passo, para continuar existindo.
Custo e benefício: esta é base sobre a qual se assenta o vosso mundo. E, porque o homem é imediatista por excelência, buscais o benefício momentâneo, sem atentar para o custo que um dia virá.
Esta, eu vos tenho dito, é quase sempre a origem dos vossos sofrimentos. E, entretanto, mais facilmente o homem reclama do Universo, do que admite ser o responsável pelo hoje que construiu.
Não ligais aos vossos amores, e lamentais, quando se vão; não vos dedicais ao vosso trabalho, e desesperai-vos quando o perdeis; não cultivais a gentileza, e enfurecei-vos quando não a recebeis.
Praticais a imprevidência e lastimais o desamparo; exercitais o egoísmo e não aceitais o isolamento; empenhai-vos na vingança e não vos conformais quando alguém não vos concede o perdão.
Eu vos pergunto: e como poderia ser diferente? Não existe benefício sem custo, e não há custo que não traga em troca um benefício. Deveis estar prontos para pagar o custo, se almejais o benefício.
Assim como estudais o custo de um bem que pretendeis adquirir, deveríeis analisar o custo que pode advir de vossas ações, antes de praticá-las; isto vos pouparia de muitos prejuízos no futuro.
Não o fazeis, porém; em vossa ingenuidade egocêntrica, acreditais que podereis furtar-vos ao custo, após desfrutar do benefício. Esqueceis que esta não é uma lei dos homens, mas do Universo.   
E não a podeis descumprir. 


Música:
http://ohassan.dominiotemporario.com/marco/1_richard_claydermen_el_mundo.mid

sexta-feira, 9 de junho de 2017

10 ANOS


Há 10 anos, resolvi tomar este caminho.

Hoje, agradeço aos amigos que venho encontrando neste tempo; juntos, percorremos a trilha do aprendizado. Porque ninguém ensina a si mesmo, senão quando finge ensinar aos que o cercam.

Amigos chegaram, amigos partiram. E é muito bom acreditar que, mesmo naqueles que seguiram por outros caminhos, uma semente foi plantada e um pouco da mensagem permanece.

Temos caminhado juntos, por todo este tempo. E muitas foram as vezes em que na vossa amizade encontrei forças para superar a minha própria fraqueza; para levantar e seguir em frente.

Sim; pois ninguém pode ser feliz ou otimista todo o tempo. E momentos existiram em que silenciei a minha dor, para falar-vos de esperança. Porque repartir a dor é lançá-la sobre os que nos cercam. 

Não me deveis censurar, se não vos falei das minhas angústias. Deixai, antes, que eu vos agradeça por vossa bondade e atenção; pois, ao falar-vos, falo em verdade à minha própria alma.

E, nas palavras que vos trago, muitas respostas encontro às minhas próprias perguntas. Porque, embora não sejamos iguais, nenhum homem existe que seja diferente de seus irmãos.

Esta é a verdade, embora paradoxal. Por mais diferentes que possamos parecer entre nós, temos todos as mesmas dúvidas, as mesmas inquietações, as mesmas emoções e esperanças.

Nas vossas vozes, ouço a minha própria voz. E vos agradeço por compartilharmos o nosso aprendizado; por me ensinardes o que aprendestes e atentardes àquilo que por minha vez aprendi.

Porque, eu vos tenho dito, ninguém é dono da verdade. E aquele que não ouve as opiniões alheias, não deve externar as suas opiniões; ao homem que não ouve, não cabe o direito de falar.

Muito tenho aprendido convosco. E agora, que se completam 10 anos em que pela primeira vez me assentei a este oásis, é justo que eu vos agradeça; ele não existiria, sem a vossa presença.

Agradeço por vossa gentileza, em ouvir-me; e por vossa generosidade, em comigo repartir o que sabeis. Muitas vezes, as vossas palavras me fizeram refletir; repensar ideias e conceitos.

Agradeço, porque me permitis expor ante vós o meu coração e a minha alma; e, mais ainda, agradeço porque confiais em mim o suficiente para deixar-me perceber um vislumbre de vossa alma.

10 anos se vão, e é sempre com prazer que me dirijo ao nosso oásis; que me assento entre vós e imagino uma fogueira que nos aquece, na noite do deserto. Porque somos irmãos e caminhamos juntos. 

Em busca do Conhecimento.

Música:

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